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Estudante de escola pública do Pará ganha prêmios de ciência e viagem aos EUA

https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2018/10/14/estudante-de-escola-publica-do-para-ganha-premios-de-ciencia-e-viagem-aos-eua.ghtml

 

Você já parou para pensar que não é preciso esperar se tornar um adulto para fazer algo pela sua comunidade? Os adolescentes têm energia, curiosidade de sobra e não têm medo de arriscar, ingredientes fundamentais da inovação.

Foi o que fez Francielly Rodrigues. Onde todo mundo só enxergava um problema, ela viu solução.

Na cidade dela, que fica no interior do Pará, o descarte dos rejeitos da produção de açaí, fruto típico da região, não é feito de maneira apropriada. Com isso, 65% dos moradores acabam tendo que construir suas casas sobre aterros de lixo. Atualmente, a maior parte das construções corre risco de desabar.

Francielly sempre foi muito curiosa. Um dia, decidiu fazer um teste e criou um tijolo, mais resistente do que os convencionais, misturando argila com um carvão originado do caroço do açaí.A invenção rendeu a adolescente dez prêmios na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia e uma viagem para os Estados Unidos.

Vale a pena conhecer esta história inspiradora!

 


 

Sistema inventado por adolescente tem salvado a vida de animais no Quênia

O adolescente Richard Turere sempre gostou de todos os animais, menos dos leões. Na verdade, os leões eram vistos como inimigos por quem vive na região em que ele mora, próximo ao Parque Nacional de Nairóbi, no Quênia.

É que o parque não tem cerca em um dos lados, o que possibilita a fuga das zebras. Os leões vão atrás delas e acabam atacando também a criação de gado, uma das principais atividades econômicas da região.

Como forma de se vingar, a população matava os leões. Mas, Turere encontrou uma maneira de proteger tanto o gado quanto os leões. Ele criou um sistema com lanternas que quando instaladas próximo aos estábulos, afugenta estes animais selvagens.

Graças a esta invenção o gado da região está em segurança e os leões também têm sua vida preservada.

Richard Turere é um exemplo de que é possível transformar a realidade da nossa comunidade não importa a idade que tenhamos.

 


 

Adolescente cria teste eficiente para detecção do câncer

Você já perdeu alguém que amava muito? Aos 13 anos de idade, Jack Andrakaperdeu um amigo, considerado um tio, que sofria com câncer de pâncreas. A dor o impulsionou a buscar uma solução para resolver a dificuldade de diagnosticar esta doença, pois, geralmente só é descoberta quando está em estágio avançado.

Andraka utilizou a internet e suas aulas de biologia na escola para entender melhor a doença e depois partiu para testes práticos, mas, para isso, era necessário ter um laboratório à disposição.

Mas, como um adolescente pode convencer professores renomados da universidade a ceder o espaço para suas pesquisas? Andraka não se intimidou. Enviou e-mails para vários professores e recebeu apenas uma resposta. Enfrentou questionamentos de diversos especialistas e, com coragem, conseguiu levar sua pesquisa adiante.

O resultado é que Jack Andraka criou, antes de completar 16 anos de idade, um teste muito barato, eficaz e não invasivo, para a detecção precoce de alguns tipos de câncer, inclusive de pâncreas.

A história dele nos mostra que você também pode deixar a sua contribuição para o mundo e ajudar milhões de pessoas, ainda que seja um adolescente com poucos recursos na mão. O mais importante é ter a vontade de fazer a diferença!


 

Alguém já duvidou da sua capacidade por você ser muito jovem?

Em uma de suas pesquisas, oneurocientista Beau Lotto constatou que muitas das perguntas feitas por crianças eram semelhantes às questões que impulsionaram as publicações científicas dos últimos anos.

Então, Lotto envolveu crianças com idades entre 8 e 10 anos em um experimento científico que teve como base uma das perguntas feitas por elas: seria possível encontrar semelhança entre os seres humanos e animais como as abelhas?

A partir daí, as crianças passaram a observar se as abelhas conseguiriam resolver problemas complexos da mesma forma que os humanos e verificaram, por exemplo, se elas teriam capacidade de aprender a usar padrões de cores para encontrar o caminho até as flores que fossem mais doces e nutritivas.

O experimento ficou conhecido como Projeto Abelhas de Blackawtone resultou na produção de um artigo, escrito inteiramente pelas crianças, que foi publicado dois anos depois. São os cientistas mais jovens a terem um artigo publicado.

Isso prova que uma pequena pergunta pode levar a uma grande descoberta. Não importa a sua idade, a ciência é para todos! Que tal experimentar este universo?

 

 


 

Conheça o garoto de 12 anos que cria aplicativos

Thomas Suarezsempre gostou de tecnologia e, ainda criança, percebeu que poderia criar um aplicativo. A partir daí, se interessou cada vez mais pela área.

Com a ajuda de um professor, fundou clube de aplicativos na escola onde estuda com a finalidade de ajudar outras crianças a entenderem a linguagem da programação e atuarem como desenvolvedores. Em sua palestra, Suarez destaca que as crianças e adolescentes geralmente sabem mais sobre tecnologia do que os seus professores.

E você, como tem usado essa facilidade que tem com as inovações tecnológicas? Que tal aproveitar essa habilidade para ajudar outras pessoas?

 


 

O que é ser um empreendedor?

O adolescente Davizinho Braga nunca recebeu mesada. Quando precisava de dinheiro, dava um jeito: já vendeu chicletes na escola, foi sócio da sua irmã mais nova numa produção de doces e chegou até a criar uma startup para auxiliar pais na compra do material escolar.

E não é porque ele é muito jovem que não tem o que ensinar. Hoje, ele compartilha sua experiência como empreendedor apresentado palestras para diversos públicos, inclusive adultos.

Davizinho transmite aos adultos o pensamento das novas gerações, algo fundamental para entender para entender o rumo que o mundo vai tomar.